A Mãe, de Maximo Gorki

Ao ler o título acima, tem-se a impressão de se tratar de uma daquelas obras literárias em que boa parte das pessoas nunca ouviram falar. “antes tarde do que nunca”, é o que dizem. A sinopse a seguir tenta nos nortear sobre a referida obra.
“Este romance é um retrato dramático e fascinante da luta revolucionária vista a partir da ótica familiar e do mundo dos trabalhadores. Baseado em fatos reais ocorridos nas fábricas de Sormovo, na Rússia tsarista, onde Gorki conheceu o operário Zamolov (Pavel Vlassov no livro), militante revolucionário, e sua mãe, Anna (Pelagueia Nilovna no livro, que se dispõe à arriscada tarefa de distribuição de panfletos), protagonistas das manifestações do “1º de Maio” de 1902, nessa cidade, e da conseqüente prisão e julgamento dos envolvidos. Profundo conhecedor da cultura, dos falares, das gírias, dos costumes, das crenças e descrenças do povo russo, essa situação possibilitou-lhe escrever obras clássicas para a literatura mundial. Poucas obras despertaram tanto entusiasmo político em jovens militantes quanto A mãe.”
Com tudo, está obra vai além do que a sinopse nos mostra, Máximo Gorki, na verdade é o pseudônimo de Alexei Maximovich Peshkov (1868-1936), autor que no inicio do século 20 denunciou a decomposição da burguesia, seu pseudônimo Gorki (amargo, em russo) foi adotado devido aos anos de miséria pelos quais passou.
As informações acima já nos dariam motivos suficientes para ler as obras deste autor, certo?
Certo!!
Porém é importante citar que Máximo Gorki era amigo de Lênin e participou da primeira Revolução Russa de 1905, sendo preso no ano seguinte pela Okhrana (feroz polícia czarista), mas solto, graças à repercussão de suas obras, contudo isso não permitiu que continuasse em seu país exilando-se na Itália, aonde veio a escrever A Mãe.
É desta forma que instigo a todos a lerem está obra fundamental e se perguntem, se o grito da personagem-título é realmente possível para que se mude uma realidade. Perturbem-se, reflitam e digam: “Povo, reúne as tuas forças numa força só!”
“Este romance é um retrato dramático e fascinante da luta revolucionária vista a partir da ótica familiar e do mundo dos trabalhadores. Baseado em fatos reais ocorridos nas fábricas de Sormovo, na Rússia tsarista, onde Gorki conheceu o operário Zamolov (Pavel Vlassov no livro), militante revolucionário, e sua mãe, Anna (Pelagueia Nilovna no livro, que se dispõe à arriscada tarefa de distribuição de panfletos), protagonistas das manifestações do “1º de Maio” de 1902, nessa cidade, e da conseqüente prisão e julgamento dos envolvidos. Profundo conhecedor da cultura, dos falares, das gírias, dos costumes, das crenças e descrenças do povo russo, essa situação possibilitou-lhe escrever obras clássicas para a literatura mundial. Poucas obras despertaram tanto entusiasmo político em jovens militantes quanto A mãe.”
Com tudo, está obra vai além do que a sinopse nos mostra, Máximo Gorki, na verdade é o pseudônimo de Alexei Maximovich Peshkov (1868-1936), autor que no inicio do século 20 denunciou a decomposição da burguesia, seu pseudônimo Gorki (amargo, em russo) foi adotado devido aos anos de miséria pelos quais passou.
As informações acima já nos dariam motivos suficientes para ler as obras deste autor, certo?
Certo!!
Porém é importante citar que Máximo Gorki era amigo de Lênin e participou da primeira Revolução Russa de 1905, sendo preso no ano seguinte pela Okhrana (feroz polícia czarista), mas solto, graças à repercussão de suas obras, contudo isso não permitiu que continuasse em seu país exilando-se na Itália, aonde veio a escrever A Mãe.
É desta forma que instigo a todos a lerem está obra fundamental e se perguntem, se o grito da personagem-título é realmente possível para que se mude uma realidade. Perturbem-se, reflitam e digam: “Povo, reúne as tuas forças numa força só!”
Baptista Rodrigues.


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